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    Treinos funcionais: Valem a pena para o praticante de musculação?

    Entenda melhor o que realmente são os treinos funcionais e saiba se na práticas eles podem realmente auxiliar ao nós, praticantes de musculação.

    Treinamento funcional é algo que hoje é muito discutido e que podemos dizer, “esta na moda”. Em várias academias do país, se vê pessoas utilizando destas táticas para tentar melhorar alguma condição de seu corpo e isso certamente funciona. Porém, será que este tipo de treinamento vale a pena para nós praticantes sérios de musculação?

    Flexões com bola, treinamento funcional é realmente eficaz para praticantes de musculação

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    Treinamento, ao buscarmos no dicionário, nos é descrito como “Acostumar, adestrar ou submeter (-se) a treino (…)”. Desta forma, treinamento é o ato de treinar ou o ato de “educar” determinada criatura, determinada parte do corpo, determinada forma de pensar, entre outras tantas formas. Por exemplo, alguém que estuda cálculos matemáticos para o vestibular, está, na verdade “treinando sua mente” para aquela disciplina e para as formas mais simples de se pensar em como resolver aquele problema, cálculo ou algo do gênero.

    Funcional, por sua vez, deriva-se de função, ou seja, descrito no dicionário como “Ação natural e própria de qualquer coisa. (…) Ação peculiar a qualquer órgão ou parte de um animal ou planta. (…) Finalidade (…)”. Por exemplo, aqui, podemos citar o coração: Ele FUNCIONA, devido a impulsos elétricos em suas células e, por conseguinte, bombeia sangue ao corpo, sendo essa sua principal função.

    Unindo os dois significados das palavras, treinamento funcional passar a ser um treino que seja eficaz. Desta forma, a ideia de que um treinamento específico seja funcional, simplesmente porque a pessoa utiliza um balde é totalmente mito. Um treinamento funcional, mais do que, equipamentos “diferentes”, deve ser uma forma de algo que funcione para você. Mas, vamos entender isso com calma e por partes:

    Suponhamos que um indivíduo esteja buscando a hipertrofia muscular. Ele, então, começa seus treinamentos, evolui pouco. Entretanto, esse mesmo indivíduo apresenta uma linha de abdômen muito ruim. Ele não consegue desenvolver nem bons exercícios abdominais, pois, sente dor na região lombar quando faz algum exercício onde haja uma intensa sobrecarga nessa região. Como agir, então? É aí que é possível de inserir algo diferente ao indivíduo. Então, começa-se com alguns exercícios de respiração, depois com alguns de contrações isométricas, depois com abdominais em bola de Pilates e assim por diante, iniciando um trabalho de fortalecimento e trabalhando os músculos internos do abdômen, coisa que, o corpo não faz. Pouco a pouco, caso os protocolos estejam corretos, ele obterá ganhos.

    Suponhamos agora, que um indivíduo esteja em seu ápice muscular e, por conseguinte, está com alguma dificuldade em continuar obtendo resultados. Ele começa a inserir exercícios que não são comumente utilizados, começa a treinar, mesmo com peso, utilizando superfícies que apresentem menor estabilidade, como uma bola, por exemplo, ou a realização de X exercício em uma angulação ou posição diferenciada, como um possível chest press feito no cross over ao invés de feito na máquina.

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    Agora, em um último exemplo, imagine um indivíduo que treina de forma simples e básica. E assim, obtém bons resultados. Agora pergunto: Qual dos três, ou quais dos três indivíduos anteriormente citados está (estão) realizando um treinamento funcional? Muitos diriam que, o primeiro e o segundo, mas, certamente estariam errados. A forma de se pensar em um treino funcional como algo necessariamente diferente não é correta. Treino funcional, muito mais do que isso, um treinamento funcional é algo que funciona efetivamente. Logo, os três indivíduos estão realizando um treinamento funcional, pois, tem conseguido resultados com eles. O último, especificamente, consegue fazer de um treino básico, algo funcional, sem utilizar de grandes artifícios.

    Consideram Pilates, ginásticas localizadas, treinamentos com bola, treinamentos com elásticos e afins, treinamentos com o corpo como funcional. Mas, até que ponto podemos dizer que exista uma modalidade “principal” e as outras são unicamente formas “extras”?

    Abdominal com bola, treinamento funcional

    Não acredito que uma modalidade possa ser considerada necessariamente “funcional” no sentido de um modo que substitua, mas sim, vejo as diferentes modalidades como diferentes formas de atingir um objetivo. Como opções, como alternativas. Nem sempre, quando iniciamos um planejamento, aquela modalidade nos é conveniente. Por exemplo: Vamos supor que um indivíduo necessite perder peso. Entretanto, ele não gosta de praticar musculação. Neste caso, ele opta por ginástica, ou opta por um esporte coletivo ou algo do gênero. Ele não visa a construção de massa muscular, apenas de perder peso, claro. Então, quer dizer que seria um modo “extra” a modalidade por ele escolhida??? Claro que não! Esta representa uma forma diferente de atingir um objetivo que ele deseja, sendo esse, o de perder peso. Assim, como, por exemplo, um jogador de futebol que possui sua modalidade principal como futebol, propriamente dito e, por acaso acaba se machucando. Na recuperação, esse indivíduo pratica sessões de musculação para fortalecer, por exemplo os quadríceps, a fim de consertar uma lesão nos joelhos. Neste caso, quem não deve entrar como “extra”, mas sim, como uma funcionalidade para atingir algo, ou de maneira mais fácil, ou de maneira que propicie uma determinada continuidade, o que é importantíssimo para quaisquer processos a curto, médio ou longo prazo.

    Cada modalidade, deve receber o seu devido valor, pois, todas funcionam e, funcionam para diferentes indivíduos, em diferentes fases de sua vida, para diferentes condições fisiológicas e metabólicas e, claro, para cada individualidade como um todo.

    Para nós, praticantes de musculação, a relevância que isso tem é que, na medida em que decidimos qual é nosso objetivo, devemos adentrar a modalidade que melhor atenderá a ele. Construir massa muscular com alternativas diferentes da musculação é algo bastante complicado e muitas vezes menos eficaz. Muitos acreditam que o corpo, a longo prazo responderá a estímulos “extras”, esquecendo muitas vezes um treinamento simples e básico e optando pelas inúmeras invenções e pelos inúmeros métodos os quais certamente não serão as melhores escolhas. Devemos, em muitos casos, apenas combinar de maneira sinérgica algo que se concilie, por exemplo, uma modalidade que busque uma estabilização intra-abdominal mais forte para complementar o trabalho muscular etc.

    Resumidamente, tudo pode ser válido, inclusive treinamento de musculação com diferentes modalidades, desde que dentro de protocolos conscientes e objetivos, de acordo com cada individualidade fisiobiológica e com o que se deseja a praticar X ou Y modalidade.

    Bons treinos!



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