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    Utilizando a biomecânica para aumentar intensidade do treino

    Entenda como a biomecânica pode lhe auxiliar para que você tenha treinos mais intensos e proporcione maior estímulo ao seu músculo.

    Utilizando a biomecânica para aumentar a intensidade do treino

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    Já sabemos que o grau de desenvolvimento da musculatura, na maioria dos casos, é proporcional ao estímulo que lhe é dado com a prática de musculação. Esses estímulos podem variar no modo, na duração, nos requerimentos musculares e neuromusculares e outros, os quais proporcionarão as características específicas de desenvolvimento do músculo. Entretanto, na maioria das vezes, quando falamos em intensidade, basicamente as idéias que tendem a surgir em nossas mentes são: aumento de carga nos exercícios e/ou aumento em volume do treino. Mas, e se disséssemos que ainda podemos contar com uma terceira, que é a biomecânica, você acreditaria?

     

    Definindo e exemplificando a biomecânica

    A biomecânica pode ser definida como o movimento do vivo, ou seja, os movimentos a qual direcionamos determinada ou determinadas regiões de nosso corpo, neste caso. Todas as estruturas em um vivo que podem exercer movimento, então são observadas pela biomecânica. Observando os pés, o andar causa diferentes respostas biomecânicas, por exemplo, a dorso-flexão, a contração do tendão calcâneo, a flexão das articulações do metatarso entre infinitas outras. Esses movimentos são tipicamente naturais, contrapostos, por exemplo, se temos de lançar um objeto em pronação ou se temos de nos curvar para ultrapassar determinado obstáculo. Da mesma forma, cada movimento que fazemos na musculação, exige uma biomecânica mais natural ou mais influenciada por nossa vontade. É o exemplo da rosca alternada com halteres, biomecanicamente bastante natural, bem como o agachamento livre quando comparada com a rosca spider, totalmente induzida para melhor trabalho da parte interna dos bíceps.

    Todos esses casos não deixam de ser biomecânicos, mas a vantagem maior é que com os estudos e os desenvolvimentos da disciplina, conseguimos buscar formas de “movimentar o vivo” buscando objetivos específicos.

    Entretanto, na maioria dos casos, não conhecemos ou não nos damos conta do quanto isso pode ser vantajoso e mais produtivo e passamos a nos importar apenas com carga… E tentativa de volume…

    Qual a vantagem de utilizar a biomecânica a nosso favor?

    Creio que, antes de tudo, esse subtítulo esteja errado. Utilizar a biomecânica a nosso favor seria utilizá-la facilitando os movimentos. Mas não é o que queremos, o fundamento aqui é DIFICULTAR os movimentos. Por quê? Simples: Quando dificultamos um movimento para o músculo alvo iremos recrutá-lo em maior forma, não só isolando-o, mas fazendo com que os músculos auxiliares ajudem menos na execução do movimento.

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    Quando exigimos maiores condições biomecânicas e neurológicas conseguimos recrutar muito mais o músculo alvo de maneira isolada do que quando incrementamos intensidade necessariamente por carga. Aliás, isso é bastante vantajoso em inúmeros aspectos, mas entre os principais está a redução das chances de lesões. Usando ainda a rosca direta como exemplo, imagine que executando-a biomecanicamente você necessite de 50kg para executar 8 repetições em má forma. Entretanto, esse peso tem se tornado leve para os braços e você cada vez mais necessita aumentar a carga. Assim, estruturas como o ligamento transversal do carpo e outras estruturas do punho podem ser lesionadas. Dessa forma, executando uma espécie de “arco” (leia-se esse arco SEM a inclinação do tronco ou solavancos na coluna vertebral), fazendo a extensão quase completa da barra e não causando relaxamento na fase concêntrica do movimento e concentrando a fase excêntrica do movimento conseguiremos um trabalho muito mais eficiente, isolador e que necessitará de melhor aporte neuromuscular.

    Rosca direta no banco 45º

    Imagine ainda, que para executar a rosca direta, você apoie-se decúbito ventral em um banco de 45º e então, pegue a barra reta ou EZ e execute a rosca direta. Perceba que não haverá quase interação nem participação da coluna vertebral ou mesmo dos deltoides no movimento, tornando o bíceps o principal músculo de trabalho no exercício.

    Para continuar ainda, pode-se citar o clássico executar dos exercícios abdominais, feitos inadequadamente por 97% das pessoas em ginásios. Normalmente, os indivíduos fazem a flexão do tronco de sua posição natural para baixo. Entretanto, o abdominal mais eficaz é aquele que recruta os músculos abdominais para acontecer e não estruturas como a própria coluna ou OS BRAÇOS (em casos de algumas máquinas). Portanto, corretamente e de maneira biomecânica correta, podemos fazer uma leve impulsão para frente com os quadris, posteriormente a contração abdominal e então voltar para a fase natural. Perdoem-me a forma grotesca de exemplificar o movimento, mas essa é a forma mais fácil para entendermos a movimentação correta: Imagine os abdominais como sendo, na parte inferior do corpo movimento do ato sexual por parte do sexo masculino. Acho que isso já torna bastante claro…

    Abdominal feito na posição de sexo

    Obviamente, essas condições de angulações, bem como variações, devem ser observadas caso a caso, levando em condição algumas possíveis necessidades de alterações.

    Conclusão:

    Cada vez mais podemos traçar idéias de que a intensidade não está necessariamente associada com fatores os quais são popularizados em grande estala nos ginásios. Do contrário disso, a intensidade é o quanto o músculo está sendo realmente estimulado e estimulado de maneira específica ao trabalho para então ser atingido da melhor e mais eficaz forma possível.

    Apesar disso, faz-se necessário avaliar até que condição vale a pena utilizar esse excesso biomecânico, tendo em vista que é fundamentalmente importante não INVENTARMOS modos de execução, mas sim, optar pelos incomuns que realmente funcionam ou mesmo pelos básicos de maneira adaptada.

    A biomecânica em geral pode ser grande aliada ao praticante de musculação desde que bem inserida em um programa.

    Bons treinos!

    Artigo escrito por Marcelo Sendon (@marcelosendon)



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