quinta-feira, junho 30, 2022
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Gordura intramuscular

Tempo de Leitura: 2 minutos

Muito se fala sobre as diferentes gorduras presentes no corpo. Marrom, branca, visceral, subcutânea, intramuscular… Algumas supostamente são prejudiciais e outras benéficas. Mas será que isso é totalmente verdade ou totalmente mentira? Algum órgão, ou parte dele, pode ser considerada prejudicial no corpo se estiver no lugar correto e exercendo suas atividades normais?

Gordura intramuscular

O tecido adiposo pode ser considerado um órgão de extrema importância para o ser humano, na medida em que exerce diversos fatores primordiais para a vida, como a manutenção da temperatura corpórea, secreção de hormônios, absorção de impacto, produção e reserva de energia, entre outros.
Todavia, o acúmulo excessivo dos adipócitos é prejudicial na medida em que este, se torna fator de grande importância em doenças como arteriosclerose, hipertensão, problemas cardiovasculares, resistência à insulina, pois ácidos graxos livres em grande concentração no corpo, segundo estudos, tendem a inibir a ação de algumas células Beta e Alfa do tecido pancreático, dificultando a liberação de insulina e, também, devido a conversão de AGL em Acetil-CoA, prejudicando a metabolização dos glicídios, sobrecarga em articulações (pelo peso que exerce sobre as mesmas) etc. Porém, devemos saber que o tecido adiposo está localizado em diversas partes do corpo, sendo altamente dividido como subcutâneo, visceral e, claro, intramuscular.
O tecido adiposo visceral possui maior facilidade de lipólise, tendo como produtos os AGL via catecolaminas e B-adrenorreceptores, gerando maior resistência à insulina. Seguido a ele, temos o tecido adiposo subcutâneo e o tecido intramuscular.
A resistência a insulina gerada pela liberação de AGL no fígado, ainda é um grande problema não só para alguns diabéticos, mas para quaisquer pessoas.
A Insulina é um hormônio proteico que não carrega a glicose para dentro das células, mas sim, liga-se a receptores Beta e Alfa (em especial beta) na membrana celular, fornecendo energia e fosfato, para que a mesma tenha mais afinidade para com a glicose e assim, possa permitir sua entrada dentro da célula através de uma proteína de canal ou algum carreador. E, normalmente esse carreador é da família GLUT (GLUT-2; GLUT-4). Se tal resistência ocorre, não teremos a entrada efetiva de glicose na célula. Todavia, a célula necessita de glicose para continuar seu processo de sobrevivência e, para dar sequência ao ciclo de Krebs que nada mais é do que a conversão de piruvato e NAD+ em glicose, a grosso modo e ao final da via metabólica. Sendo assim, AGL são convertidos em Acetil-CoA por enzimas (em especial, o piruvato deveria ser convertido para tal) para sequenciar.
Mas afinal, qual o tecido adiposo melhor ou pior? Certamente, é uma conclusão pouco entendida, porém, devemos saber que todos eles, sem exceção, são importantes e exercem algum papel dentro do metabolismo humano. Porém, claro, todos devem estar em suas proporções ideais e adequadas, assim como qualquer nutrientes, analogicamente falando. A falta ou o excesso trarão prejuízos. Pense nisso!

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